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Automedicação: o que remédios “antirressaca” fazem com o corpo

por Redação Capital Brasília
1 de janeiro de 2026
em Saúde
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Automedicação: o que remédios “antirressaca” fazem com o corpo
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No fim de ano, o padrão se repete: festas mais frequentes, consumo maior de álcool, exageros à mesa e, no dia seguinte, a corrida à farmácia. Engov, Epocler, Eparema e outros produtos vendidos como “antirressaca” ou “hepáticos” costumam ser usados com a promessa de aliviar o mal-estar e até “proteger o fígado”.

Mas essa lógica não se sustenta do ponto de vista médico. Segundo especialistas, esses medicamentos não blindam o organismo dos efeitos do álcool e podem, inclusive, trazer riscos quando usados sem critério.

De acordo com o clínico geral Natan Chehter, a automedicação aumenta muito nessa época do ano porque as pessoas estão mais expostas a excessos e também a doenças comuns do período, como viroses.

“As pessoas exageram na bebida e na alimentação, têm ressaca, desidratação, dor de barriga, náusea. Além disso, viajam mais, se aglomeram, pegam viroses e acabam se automedicando”, explica o médico. O problema, segundo ele, é que boa parte dos sintomas atribuídos ao fígado, na verdade, tem origem no estômago.

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O fígado virou o “vilão” cultural dos enjoos

No imaginário popular, qualquer mal-estar após comer ou beber é colocado na conta do fígado. “Má digestão, náusea, mal-estar pós-alimentar, tudo isso as pessoas associam ao fígado, mas não tem relação direta”, afirma Chehter.

O fígado é responsável por metabolizar toxinas, incluindo o álcool e medicamentos, mas ele não gera sintomas imediatos por estar sendo sobrecarregado.

“Os sintomas do fígado aparecem a longo prazo, quando já existe uma insuficiência hepática, como em casos de cirrose”, diz.

Já o desconforto que surge logo após exageros costuma ser gástrico. Álcool, alimentos gordurosos e alguns remédios irritam a mucosa do estômago, provocando azia, dor, náusea e empachamento (estômago cheio ou barriga estufada). É justamente aí que entram os chamados “antirressaca”.

O que esses remédios realmente fazem

Remédios de uso popular para “curar” ressaca não têm ação comprovada sobre o fígado. “Eles atuam basicamente no estômago e no intestino”, explica Chehter.

O Engov, por exemplo, combina antiácido, analgésico e outras substâncias voltadas para aliviar dor de cabeça, enjoo e desconforto gástrico. O Eparema é um fitoterápico à base de boldo, usado para aliviar a sensação de empachamento. “Nada disso tem efeito direto sobre o fígado”, reforça o médico.

A gastroenterologista Debora Poli, do Hospital Sírio-Libanês, é categórica: “Não existe nenhum remédio com comprovação científica que proteja o fígado ou diminua os efeitos danosos do álcool, nem antes nem depois de beber”.

Segundo ela, esses produtos apenas reduzem sintomas da intoxicação alcoólica, como dor de estômago, dor de cabeça e mal-estar geral, mas não evitam os danos ao organismo.

Foto colorida de homem com ressaca segurando copo d'água - Metrópoles.Especialistas afirmam que misturar remédios “antirressaca” sobrecarregam e não protegem o fígado

O perigo da falsa sensação de proteção

Para os dois especialistas, o maior risco do uso indiscriminado desses produtos é a ilusão de segurança. “O problema é a pessoa acreditar que está protegida e, por isso, beber mais”, alerta Debora Poli.

O fígado continua exposto aos efeitos tóxicos do álcool, mas os sintomas ficam mascarados. “As consequências negativas do álcool já aconteceram. O remédio só alivia parte do desconforto”, completa Chehter.

Além disso, a automedicação pode atrasar a procura por atendimento médico. “Se o sintoma persiste ou piora, é sinal de que não é algo simples”, diz Chehter. Dor abdominal intensa que não melhora, vômitos persistentes, tontura importante, confusão mental ou incapacidade de se hidratar são sinais de alerta e exigem avaliação médica.

Álcool, analgésicos e anti-inflamatórios: combinação que exige cuidado

Nem todo analgésico simples oferece risco imediato quando associado ao álcool, mas isso depende do tipo de medicamento e da quantidade ingerida. Relaxantes musculares, por exemplo, podem potencializar a sonolência quando combinados com bebida alcoólica.

Já os anti-inflamatórios merecem atenção especial. “Álcool e anti-inflamatório juntos são muito agressivos para o estômago e podem causar gastrite grave e até sangramento”, explica Chehter.

Poli acrescenta que qualquer medicamento pode causar hepatite medicamentosa, mas alguns grupos são mais associados a esse risco, como anti-inflamatórios, antibióticos e hormônios, incluindo testosterona e anabolizantes.

“Ervas, chás e produtos ‘naturais’ também podem ser tóxicos para o fígado”, alerta. O fato de serem naturais não significa que sejam seguros, principalmente quando usados em excesso ou combinados com álcool.

Foto colorida de homem ao fundo vomitando no vaso sanitário e um copo d'água em destaque. - MetrópolesA melhor forma de curar uma ressaca, segundo especialistas é tomar muita água e descansar bem

Quem deve redobrar a atenção?

Pessoas com gastrite, refluxo, úlcera gástrica ou gordura no fígado precisam ter cuidado redobrado com álcool e automedicação. O álcool agride todo o trato digestivo e pode piorar essas condições.

Há ainda contraindicações claras: quem está com dengue, por exemplo, não deve usar medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico, presente em alguns remédios do tipo “antirressaca”. Pessoas com alergias ou doenças gástricas importantes também devem evitar esse tipo de produto.

Nenhum remédio “detox” prepara o fígado para receber mais álcool. O que pode reduzir parte dos efeitos é simples e conhecido: moderação, hidratação e descanso.

“Beber menos álcool possível e intercalar com água faz diferença”, diz Chehter. Debora Poli reforça que fazer refeições leves, dormir adequadamente e evitar exercícios intensos durante a ressaca também ajudam o corpo a se recuperar da intoxicação alcoólica.

Em resumo, os chamados remédios “antirressaca” não protegem o fígado nem anulam os efeitos do álcool. Eles apenas aliviam alguns sintomas. Usá-los como passe livre para beber mais é um erro — e pode custar caro para a saúde.

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