Lideranças de partidos de esquerda e integrantes de movimentos e sociais do Distrito Federal realizaram, na tarde deste sábado (3/1), um ato em frente à Embaixada da Venezuela, no Setor de Embaixadas Sul, em Brasília, em protesto à ofensiva militar dos Estados Unidos contra o país sul-americano.
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Entidades estudantis e movimentos sociais realizam ato em frente à Embaixada da Venezuela em Brasília, com a pauta ato contra o imperialismo e em solidariedade ao povo venezuelano 7
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Os grupos se reuniram em frente à Embaixada da Venezuela, em Brasília
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Participaram do ato representantes de partidos como PT, PSTU, PCO, PCdoB e PCBR, além de entidades estudantis e juvenis, como a União da Juventude Socialista (UJS), a União da Juventude Comunista (UJC) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (DCE da UnB
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A reunião foi dissipada por volta as 17h15 por causa da chuva
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Cartazes com escritas como “EUA terroristas, solidariedade à Venezuela”, “Trump, tire suas patas da Venezuela” e “Marchamos contra as guerras e o capitalismo. Defendemos a soberania dos povos e o bem viver” foram expostas pelos manifestantes
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A bandeira da Venezuela era carregada pelos manifestantes
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Manifestantes carregavam bandeiras da Venezuela, Brasil, palestina, de movimentos estudantis e partidos polítcos
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Com microfones e caixa de som, o grupo se concentrou em frente ao busto de Simón Bolívar, onde exibiu faixas e cartazes com frases como “EUA terroristas, solidariedade à Venezuela; “Trump, tire suas patas da Venezuela”; e “Marchamos contra as guerras e o capitalismo. Defendemos a soberania dos povos e o bem viver”.
Participaram do ato representantes do PT, do PSTU, do PCO, do PCdoB e do PCBR, além de entidades estudantis e juvenis, como a União da Juventude Socialista (UJS), a União da Juventude Comunista (UJC) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (DCE da UnB).
A manifestação foi convocada após a divulgação de informações sobre uma ofensiva militar de grande escala realizada pelos Estados Unidos na madrugada deste sábado contra a Venezuela.
Segundo os organizadores, a ação teria resultado na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, que estariam sob custódia das autoridades norte-americanas e seriam levados à Justiça em Nova York, sob acusações de narcoterrorismo.
Um dos organizadores do protesto, Pedro César Batista, do Comitê Antipedalista General Abreu Lima, afirmou que o ato foi motivado pela defesa da soberania dos países latino-americanos.
“Diante do ato terrorista e criminoso do governo Trump contra a Venezuela, que deixou mortos e feridos e sequestrou o presidente Maduro e sua esposa, nos sentimos na obrigação de organizar uma atividade de solidariedade à Venezuela e em defesa da soberania e da autodeterminação dos povos. É inaceitável o que aconteceu. Hoje foi a Venezuela, amanhã poderá ser o Brasil”, declarou.
A presidente da União Brasileira de Mulheres, Maria das Neves, destacou que os conflitos armados atingem de forma mais intensa grupos vulneráveis.
“Em momento de guerra, são as mulheres, as crianças e os idosos as maiores vítimas. O sequestro do presidente da Venezuela é um ataque a toda a América Latina, à soberania dos povos e à autodeterminação das nações”, afirmou.
Segundo ela, a entidade exige a libertação imediata de Nicolás Maduro e de sua esposa. “Os Estados Unidos não são donos do mundo. Nós clamamos pela paz na América Latina, pela vida das mulheres e das crianças venezuelanas e por uma América Latina soberana, livre e em paz”, completou.