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2026 não é ano de eleição, mas de plebiscito

por Redação Capital Brasília
2 de março de 2026
em Brasil, Política
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2026 não é ano de eleição, mas de plebiscito
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Vão dizer que é sobre mercado, vão dizer que é sobre corrupção, que é sobre Banco Master, sobre abusos de poder do Supremo Tribunal Federal (STF). Você vai ler analistas e mais analistas informando que o que está em jogo é a segurança pública, o combate à violência, a política econômica – precisamos segurar os gastos, eles vão dizer, é preciso privatizar as empresas públicas, vão alardear. Mas as eleições presidenciais de 2026 não são sobre isso – e temos que entender de uma vez por todas.

Sob a batuta de Jair Bolsonaro, o pleito será um verdadeiro plebiscito sobre a questão existencial que hoje assola todas as nações do globo: devemos manter nosso regime democrático, por falho que seja, ou devemos perdoar quem atentou contra ele e abrir espaço para novos arranjos de poder de viés autoritário? 

Bolsonaro é craque no jogo da política rasteira, e sabia que ter seu sobrenome na urna seria enorme vantagem na largada. Mas, independente do nome que se solidificar no campo da direita, o “pedágio” a ser pago à família está garantido: o perdão ao golpista-mor. E, portanto, que o Brasil abrace a narrativa de que jamais houve tentativas de golpes de Estado, que se anistiem todos aqueles golpistas que estiveram envolvidos – da senhorinha até os generais. 

Os sempre ponderados analistas políticos dirão que, como Bolsonaro tem apoio de metade do país, talvez seja esse o preço a pagar. Por isso escrevo este alerta. Vamos ver que preço é esse. 

Talvez a consequência maior de uma eleição ao campo da direita, abraçado ao bolsonarista – como inevitavelmente vai estar, nosso empresariado precisa deixar de lado essa ilusão ingênua, porque quem tem voto e mobilização na direita é Bolsonaro – seja a destruição do único exemplo de como se pode confrontar o assalto tecno-fascista que hoje assola centenas de países, através da Justiça e do Estado Democrático de Direito. 

Esse exemplo, diga-se, foi dado pelo Brasil. 

Vamos voltar um pouco no tempo para entender o que conseguimos enquanto sociedade desde 2023 até aqui. 

Vale lembrar os detalhes daquele pesadelo. A invasão da Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro daquele ano foi o ápice de uma construção de mais de 4 anos de Jair Bolsonaro e sua turma – entre eles, claro, seus filhos Eduardo e Flávio – que utilizou recursos do governo federal para financiar e propagar desinformação sobre eleições, criar uma Abin paralela para investigar inimigos, aparelhar a PF para o mesmo fim, buscar apoio externo para a narrativa sobre fraude nas urnas (lembra da reunião com embaixadores?), mobilizar o Ministério da Defesa para pressionar a Justiça Eleitoral e elaborar um documento afirmando que não podia garantir lisura nas urnas e mandar a polícia rodoviária impedir que eleitores chegassem às urnas, para dar apenas alguns exemplos. 

Isso tudo aconteceu antes da tentativa de Golpe de Estado em si, cujos planos foram muito bem documentados pelo processo judicial no STF pelo qual Jair Bolsonaro foi condenado e está preso, que incluíam, entre outras coisas: a) Um plano para matar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o Ministro do STF Alexandre de Moraes; b) A decretação de estado de sítio e decreto de Operação de Garantia da Lei e da Ordem; c) A prisão dos ministros do STF. 

Para conseguir executar seu plano, Bolsonaro não reconheceu a derrota e realizou 14 reuniões com líderes militares, sendo que nas reuniões de 7 e 14 de dezembro de 2022, ele tratou de uma minuta golpista que propunha a decretação de Estado de Sítio. Na reunião do dia 14, ouviu do comandante do Exército Marco Antônio Freire Gomes, que seria preso se tentasse avançar com o plano. 

Isso tudo aconteceu. Está nos autos, faz parte da história.

Depois da invasão da Praça do Três Poderes, o Brasil conseguiu, de maneira inédita: 

  • Tornar Bolsonaro inelegível; 
  • Realizar uma investigação exemplar sobre os planos golpistas;
  • Julgar 31 pessoas por planejarem o golpe de Estado e condenar 29 incluindo 22 militares – entre eles, os generais Walter Braga Netto,  Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Mário Fernandes e o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; 
  • Julgar e condenar outros golpistas; 
  • Realizar dois atos comemorativos para lembrar a tentativa de golpes de Estado e planejar um memorial.  

Tudo isso, com aprovação popular. Segundo o Datafolha, 54% da população acha que a prisão de Bolsonaro foi justa, contra 40% que a considera injusta. 

Então, este plebiscito que vamos encarar em outubro será sobre se o Brasil segue neste rumo e se livra do fantasma do golpismo de uma vez por todas, ou se decidimos dar um cavalo de pau e colocar a perder toda esta construção coletiva.  

Mas tem uma coisa a mais: por conta do contexto externo, o que está em jogo é a nossa soberania, mais do que em qualquer outro momento.  

Enquanto lutava institucionalmente contra o golpismo, o Brasil tornou-se bastião global da regulação das plataformas digitais que lucram com a desinformação e o discurso extremista e antidemocrático, tendo conseguido colocar o debate sobre “integridade da informação” na pauta internacional, estando presente na declaração do G20 ocorrido no Brasil; suspender parcialmente o artigo 19 do Marco Civil das Internet, que impedia qualquer responsabilização às Big Techs por conteúdo postado nas suas redes, mesmo que fosse pago, criminoso, e elas lucrassem com ele. Aprovamos, ainda, o Eca Digital, estabelecendo responsabilidades para as Big Techs para proteger crianças e adolescentes, proibimos o uso de IA em campanhas eleitorais, pautamos a regulação dos serviços de streaming como Netflix e discutimos uma regulação da Inteligência Artificial que compense quem trabalha para gerar conhecimento. 

Em retaliação, em meados do ano passado o governo dos EUA impingiu 50% de tarifas a todas as exportações brasileiras, sendo a maior taxa do mundo. Essas tarifas causaram prejuízos milionários, mas agora parece que estão no passado. Mesmo assim, o Brasil ainda está sendo investigado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA por “práticas comerciais desleais”, inclusive por regras impostas às Big Techs. Alexandre de Moraes foi alvo da Lei Magnitsky e ainda sofre processo na justiça de Miami iniciado pela empresa de Donald Trump, a Trump Media, dona da rede social Truth Social. 

Todas essas retaliações contra uma atuação interna que pretende, por um lado, deixar pra trás o fantasma do golpismo e, por outro, execrar esse fantasma na sua roupagem digital,  – portanto, realizar a necessária regulação das Big Techs, responsabilizando-as pelos crimes que permitem e com os quais lucram – demonstram que o intuito dos EUA é, para defender seus interesses, negar ao Brasil a capacidade de proteger nossa sociedade e seus cidadãos. 

Ora, não tem um sujeito que mais trabalhe para entregar toda e qualquer independência brasileira ao governo norte-americano do que Eduardo Bolsonaro, irmão do futuro candidato e filho de Jair, que está desde março do ano passado organizando uma conspiração internacional para acabar com qualquer ação que represente autonomia do lado de cá. 

Em janeiro, Flávio Bolsonaro esteve ao lado do irmão e de Paulo Figueiredo para se encontrar com o mesmo círculo de apoio que ambos construíram nos EUA e que chegou a convencer a Casa Branca a retaliar contra o Brasil. Não existe maior evidência que o candidato Flávio segue as alianças submissas do irmão Eduardo.

Por mais que Trump diga que “se dá bem” com Lula, há evidências de sobra de que ele prefere um bolsonarista. Recentemente, segundo a Reuters, o Departamento de Estado designou um direitista radical como “conselheiro sênior para políticas sobre o Brasil”. Darren Beattie é subsecretário de Estado para a Diplomacia Pública e um aliado importante, tendo se reunido algumas vezes com Eduardo e Paulo nos meses antes do tarifaço. Em agosto do ano passado, ele tuitou que Alexandre de Moraes era “o principal arquiteto do complexo de censura e perseguição dirigida contra Bolsonaro”. 

Uma vitória de Flávio, portanto, significa também jogar para o alto todos os avanços feitos pelo Brasil – e reconhecidos internacionalmente – como uma das lideranças na discussão da governabilidade digital. 

Finalmente, para fechar o raciocínio que iniciei lá no começo do artigo: com a candidatura de Flávio Bolsonaro, estamos literalmente olhando para a beira do abismo. 

Não existe nenhuma possibilidade de termos o filho de Jair no Planalto sem perdão ou anistia à tentativa de golpe de 8 de Janeiro, e não existe nenhuma chance deste perdão não vir acompanhado pela narrativa de que na realidade eram patriotas, e estavam, de fato, denunciando uma eleição fraudada. 

Em política, as meias-verdades nunca param de pé. Ou se diz uma verdade inteira, ou a população jamais acreditará nela. Foi o que aconteceu com a nossa anistia ampla, geral e irrestrita: se todo mundo foi perdoado, se ninguém falou mais sobre as tais torturas, então talvez a ditadura fosse “ditabranda”, certo? 

Da mesma maneira: ou houve golpe e seus perpetradores devem ser punidos, ou não houve golpe. Não existe meio termo. 

Vendida essa narrativa, o espírito de Justiça requererá, necessariamente, que se investigue e puna quem perpetrou essas prisões abusivas – e então abre-se espaço para investigações contra os procuradores, delegados da PF, jornalistas, juízes e ministros do STF que participaram na elucidação dos crimes de 8 de janeiro. Igualzinho ao que ocorre nos EUA. 

Por outro lado, rompe-se uma aliança nacional que a trancos e barrancos conseguiu reforçar a confiança que nossa sociedade tem no sistema eleitoral, na Justiça eleitoral e na urna eletrônica. 

Afinal, se houve uma eleição fraudada, quantas mais pode haver? A sequência será o uso da manipulação eleitoral nas suas mais variadas possibilidades – redução de funcionários, ampliação da narrativa de fraude, contratação de hackers, mais policiais tentando impedir eleitores de votar – e desta vez, com menos resistência pública. 

Em suma: pode ser essa a última eleição democrática. 

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