Segundo processo que tramita no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Michele Magalhães respondia em liberdade, desde 2022, por uma tentativa de homicídio contra outra jovem da região de Planaltina. Na ocasião, ela teria tentado matar a vítima a tiros.
A coluna apurou que a tese principal em investigação na 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) é de que os familiares da jovem resolveram se vingar e promoveram o atentado que acabou tirando a vida de Michele.
Um dos suspeitos foi preso em flagrante nessa quinta-feira (28/12). O comparsa, que seria o autor dos disparos, segue foragido. O de Michele, que também estava em via pública, foi perseguido e alvo de disparos de arma de fogo. Os responsáveis irão responder pelos crimes de homicídio e homicídio na forma tentada, além do delito de corrupção de menores atribuído ao maior autuado em flagrante.
O caso ocorreu na Estância Mestre d’Armas 5, em Planaltina (DF). O carro que estava perto do corpo de Michele estava registrado no nome dela.
Ela foi encontrada morta na madrugada desta terça (26/12) Reprodução/redes sociais
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A PCDF investiga o caso Reprodução/redes sociais
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Inicialmente, o caso foi registrado como feminicídio Reprodução/redes sociais
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Nenhum suspeito foi preso Reprodução/redes sociais
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O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) informou que, quando equipe da corporação chegou ao local do ocorrido, encontrou a vítima morta. Ela foi achada caída, de bruços, ao lado de um Fiat Mobi.
A Polícia Civil detalhou que, momentos antes de o socorro ser acionado, o veículo havia colidido contra o portão de uma serralheria, na rua imediatamente acima daquela em que foi achada a vítima.