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Home Saúde

Rastreio do câncer de pulmão deve começar aos 50, defendem médicos

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14 de agosto de 2024
em Saúde
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Atualmente, no Brasil, só é recomendado que uma pessoa faça exames de imagem para identificar se tem câncer de pulmão caso apareçam sintomas que levem à suspeita de que a doença está instalada, como a tosse persistente e a falta de ar associadas ao hábito do tabagismo.

Sociedades médicas ligadas à prevenção dos casos se uniram, no 1º Congresso Brasileiro de Câncer de Pulmão, realizado em Brasília de terça a quinta-feira (13 a 15/8), para alertar que é preciso repensar essa política. Elas propõem que se incentive o diagnóstico precoce da doença, já que os sintomas do câncer de pulmão só aparecem em estados muito avançados e de difícil tratamento.

As estimativas apresentadas pela Aliança contra o Câncer de Pulmão sugerem que mais de 50% dos diagnósticos poderiam ser feitos em estágios iniciais (1 e 2) caso houvesse uma política mais ativa de busca do grupo de risco. Atualmente, 88% dos casos só são descobertos a partir do estágio 3, quando as chances de cura são muito mais reduzidas.

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A aliança é composta por seis sociedades médicas: de cirurgia torácica (SBCT), de pneumologia e tisiologia (SBPT), de oncologia clínica (SBOC), de radiologia (CBR), de patologia (SBP) e radioterapia (SBRT).

Rastreio deve ser anual, defende aliança

Os especialistas recomendam que o rastreamento passe a ser feito anualmente, com uma tomografia computadorizada de baixa dose (TCBD), nos indivíduos que pertencem ao grupo de alto risco: pessoas com de 50 a 80 anos e que fumam ou já fumaram mais de 20 maços de cigarro por ano nos últimos 15 anos.

Com o reforço da detecção precoce, os médicos acreditam que seria possível reduzir a mortalidade global do câncer de pulmão em até 20%. Atualmente, são 32,5 mil novos casos da doença no Brasil a cada ano e 28,8 mil mortes — é um dos cânceres com mais mortes no país.

O pedido desta mudança de política pública é a pauta principal do congresso. A sessão de abertura do evento, realizada no Senado Federal nessa terça (13/8), reuniu presidentes de sociedades médicas e representantes do governo para discutir as possibilidades de ampliação do rastreio do câncer de pulmão.

“Não é possível que um país como o Brasil ainda tenha 28 mil pessoas morrendo de uma doença que é facilmente tratável quando é precocemente detectável. Se seguirmos examinando ativamente pacientes apenas quando estão com sintomas, vamos continuar a receber pacientes já em estágio quatro de câncer de pulmão, quando já não nos resta quase nada a fazer”, lamenta a pneumologista Margareth Dalcolmo, presidente da SBPT.

“Sabemos que 80% dos casos de câncer de pulmão são relativos ao uso do cigarro. Não é que outros fatores como poluição e genética não tenham seu papel, mas se não fosse o tabagismo, incluído aí os vapes e os cigarros eletrônicos, o câncer de pulmão seria até raro”, completa Dalcolmo.

Superando entraves para o diagnóstico do câncer de pulmão

O problema do acesso ao diagnóstico rápido, porém, não se resolve tão rapidamente. Não basta desenbolar o nó que impede as pessoas de fazerem os exames, mas também garantir que a doença seja identificada corretamente.

Os exames devem ser analisados por médicos especialistas em laboratório para identificar o subtipo do câncer de pulmão e recomendar o tratamento mais adequado com base nas biópsias.

“Com a biópsia, aumentamos muito a qualidade de vida dos pacientes por conseguir fazer terapias mais direcionadas e que permitem aumentar as chances de sucesso do tratamento, que em geral são muito baixas”, explica Clóvis Klock, presidente da SBP.

Além disso, é preciso dar suporte à saúde mental dos pacientes para que eles possam lidar com a notícia da suspeita de um câncer de pulmão e completar o tratamento. “Muitos pacientes não voltam para buscar seus exames por medo. É uma doença de estatísticas assustadoras e muitos preferem fugir das respostas por não terem uma atenção à saúde. Sem acolher esse paciente ao dar a notícia, a chance de perdê-lo é alta”, afirma a ativista Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, que reúne pacientes oncológicos.

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O câncer de pulmão é o segundo mais comum em homens e mulheres no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), cerca de 13% de todos os casos novos são nos órgãos

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No fim do século 20, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitáveis no mundo

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O tabagismo é a principal causa. Cerca de 85% dos casos diagnosticados estão associados ao consumo de derivados de tabaco

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A mortalidade entre fumantes é cerca de 15 vezes maior do que entre pessoas que nunca fumaram, enquanto entre ex-fumantes é cerca de quatro vezes maior

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A exposição à poluição do ar, infecções pulmonares de repetição, doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite crônica), fatores genéticos e história familiar de câncer de pulmão também favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer

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Outros fatores de risco são: exposição ocupacional a agentes químicos ou físicos, água potável contendo arsênico, altas doses de suplementos de betacaroteno em fumantes e ex-fumantes

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Os sintomas geralmente não ocorrem até que o câncer esteja avançado. Porém, pessoas no estágio inicial da doença já podem apresentar tosse persistente, escarro com sangue, dor no peito, pneumonia recorrente, cansaço extremo, rouquidão persistente, piora da falta de ar, diminuição do apetite e dificuldade em engolir

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O diagnóstico do câncer no pulmão é feito com a avaliação dos sinais e sintomas apresentados, o histórico de saúde familiar e o resultado de exames específicos, como a radiografia do tórax, tomografia computadorizada e biópsia do tecido pulmonar

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Para aqueles com doença localizada no pulmão e nos linfonodos, o tratamento é feito com radioterapia e quimioterapia ao mesmo tempo

Getty Images

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Em pacientes que apresentam metástases a distância, o tratamento é com quimioterapia ou, em casos selecionados, com medicação baseada em terapia-alvo

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A cirurgia, quando possível, consiste na retirada do tumor com uma margem de segurança, além da remoção dos linfonodos próximos ao pulmão e localizados no mediastino. É o tratamento de escolha por proporcionar melhores resultados e controle da doença

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Ministério da Saúde reconhece necessidade de mudança

O secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde (MS), Adriano Massuda, concordou que é preciso renovar e atualizar as políticas públicas de prevenção do câncer de pulmão, especialmente na organização dos fluxos para receber os pacientes.

“Atualmente, eles enfrentam uma fragmentação muito grande dos níveis de cuidado. O exame é feito em um lugar, a biópsia é em outro, o tratamento é em outro, não se integram os cuidados e isso torna o tratamento todo muito lento em uma doença que avança rápido. Nosso objetivo é encurtar estes prazos ao centralizar o tratamento para que o paciente não espere mais que 30 dias para conseguir sair de uma etapa e ir para outra”, defende ele.

Esta atenção integrada depende da inclusão do câncer de pulmão nos tratamentos oncológicos oferecidos pelo programa Mais Acesso a Especialistas, o que ainda está em tramitação no MS e não tem data prevista para começar. Atualmente, estão no programa de integração o atendimento aos cânceres de útero, mama, próstata, colorretal e gastresofágico.

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