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A Amazônia que chega a Belém para cobrar justiça climática

por Redação Capital Brasília
13 de novembro de 2025
em Brasil, Política
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A Amazônia que chega a Belém para cobrar justiça climática
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Indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, pequenas agricultoras, pessoas atingidas por barragens, militantes do Movimento dos Sem-Terra, jovens e até padres. Ao som de um carimbó tocado ao vivo, estavam todos – literalmente – no mesmo barco para uma manifestação sobre as águas que banham Belém, a cidade sede da COP30.

Eles participavam da barqueata, uma manifestação com mais de 200 embarcações que navegaram pela Baía do Guajará, na manhã desta quarta-feira, 12 de novembro, para que os olhos do mundo se dirijam não só para a floresta, mas também para os rios que compõem a Amazônia.

“O rio é cultura, o rio é minha rua, como dizemos aqui em Belém”, disse Cleidiane Vieira, do Movimento Atingidos por Barragens.

Em barcos de todos os portes, o ato reuniu milhares de pessoas de diferentes grupos sociais, com demandas e contextos diversos, mas uma grande reivindicação comum: justiça climática nas negociações da Conferência do Clima da ONU.

“Nos últimos anos, as COPs aconteceram em países que não possibilitavam esse tipo de movimentação. Nós queremos, a partir do atual governo democrático, fazer de Belém um palco da democracia e reforçar a luta dos povos para enfrentar as mudanças climáticas”, disse Vieira, que compõe a organização da Cúpula dos Povos.

A barqueata marcou o início dessa cúpula, a principal programação paralela à COP, planejada por mais de mil organizações da sociedade civil de 60 países, seguindo a tradição das duas conferências climáticas anteriores realizadas no Rio de Janeiro, a Eco92 e a Rio+20.

A Agência Pública acompanhou o evento na Caravana da Resposta, embarcação de uma mobilização maior, que, em 14 dias, percorreu mais de 3 mil quilômetros por terra e por rio entre Mato Grosso e Belém, seguindo a rota de exportação da soja e do milho do agronegócio para denunciar os impactos do agronegócio na vida dos povos locais.

Em cartazes feitos à mão, eles expuseram sua indignação: “COP sem indígenas é floresta sem raiz”, “Brasil não aguenta mais agrotóxico”, “Garimpos não, mercúrio mata”, “Tapajós sem hidrovia” e “Nós somos a resistência climática”.

Ao longo dos dias, eles realizaram atos, assembleias e oficinas para discutir os impactos de megaprojetos, como a ferrovia Ferrogrão, planejada pelo Governo Federal, a instalação de portos ao longo do Tapajós e o impacto dos eventos climáticos extremos, como as secas que assolaram a Amazônia nos últimos dois anos, em seus territórios.

Ato reuniu milhares de pessoas de diferentes grupos sociais, com uma grande reivindicação comum: justiça climática

Cacique Raoni volta a cobrar presidente Lula

Em Belém, nesta quarta-feira, manifestantes de outros movimentos sociais se juntaram à Caravana para a Barqueata, provocando uma explosão de cores, bandeiras, línguas e sotaques na embarcação, que contou ainda com a presença do cacique Raoni Metuktire, referência mundial na luta pela defesa dos direitos dos povos indígenas e da natureza, além de outras lideranças do povo Mebêngôkrê Kayapó – povo que também seria impactado pela ferrovia.

“Muitos de vocês estão aqui para me ouvir. Desde que eu era mais jovem, quando eu tinha muita força, eu vinha falando sobre esse assunto com os chefes de estado de vocês, para não termos esses problemas ruins”, disse o cacique à jornalistas do mundo inteiro.

“Todos estão vendo os rios secando e o aumento do desmatamento. Eu estou acompanhando que o governo quer furar petróleo aqui na Amazônia, que o governo quer fazer ferrovia para escoar grãos perto das nossas terras. Estou acompanhando o desmatamento para plantação de soja. Se continuarem fazendo essas coisas ruins, nós vamos ter problemas, mas vocês também”, afirmou na língua Mẽbêngôkre, sendo traduzido por seu neto Patxon Metuktire.

Raoni lembrou que já conversou com o presidente Lula e até com o presidente da França, Emmanuel Macron, sobre os planos da Petrobras de explorar petróleo na Foz do Amazonas, mas disse que pretende marcar um novo encontro. “Se eu precisar puxar a orelha do presidente para ele me ouvir, eu farei isso. Eu apoiei o presidente Lula, mas ele tem que me ouvir e nos respeitar”, disse o cacique de 93 anos, antes de passar a palavra para sua filha.

Cacique Raoni voltou a se posicionar contra perfuração por petróleo na região amazônica

“Ouçam as vozes das mulheres e ampliem nossas vozes”, diz liderança

“Nós mulheres temos esse interesse. Nós também podemos estar ao lado dos homens para falar. Ouçam as vozes das mulheres e ampliem nossas vozes: levem ao mundo essa mensagem para que parem com a exploração que ameaça o futuro dos nossos filhos”, disse Kokonã, também na língua originária e traduzida pela sobrinha, Mayalú Txucarramãe.

A mensagem da líder indígena apareceu também nas falas de outras mulheres presentes na Caravana, como a ribeirinha Sara Lima, do rio Xingu, que apontou os danos causados pela hidrelétrica de Belo Monte e pela mineração, e por Cleidiane Vieira.

Tudo que elas pedem é para serem ouvidas, pelos governos, pelos diplomatas e pelo mundo, no que seria um primeiro passo em direção à justiça climática.

“Essa é a trigésima COP e muitas não têm avançado, porque a parte mais importante, que é a quilombola, indígena e ribeirinha, que realmente defende a floresta, não faz parte do processo”, disse Vieira. “Construímos essa cúpula para ser essa parte que engloba todo mundo e elevar a luta por justiça climática à nível de classe e questionar o atual modelo de produção, se não, não tem saída dessa crise.

A Pública conversou com mulheres quilombolas e agricultoras que contaram como as mudanças climáticas já vem impactando seus territórios. Atentas aos ritmos da natureza, elas querem apresentar soluções para o problema.

“Lá onde eu moro, para todo lado que você olha é só soja e milho agora”, contou à reportagem Maria Emilia, agricultora familiar de Mojuí dos Campos, no Pará. “Sem falar do agrotóxico. Tem muitas pessoas doentes, com câncer. Eu mesma estou com glifosato na urina”, disse. A presença do agrotóxico, o mais usado no mundo, foi identificada por exames, relatou ela.

Maria Emilia embarcou na Caravana da Resposta quando ela passou por Santarém. Mas outros participantes começaram o trajeto de ônibus pela BR-163, conhecida como a “rodovia da soja”, depois seguiram pelo rio Tapajós, passando pelos portos de Miritituba e Santarém, por onde a produção de grãos também é escoada. A cada parada, diferentes povos indígenas – como Kayapó, Munduruku, Arapium e Tupinambá – e pequenos agricultores se juntavam à caravana.

“A água do Tapajós antes era verde, era pura. Agora ela é cinza e escura. Tem muito impacto na saúde, assim como o clima. Ano passado a seca nos afetou muito. A mandioca não cresceu, as frutas ficaram pequenas e sem sabor”, disse Sueli Nobre da Costa, da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, que se estende pelos municípios de Santarém e Aveiro, no Pará.

Agricultora familiar, ela trouxe produtos feitos na reserva – como farinhas, tapioca e beijus – para alimentar a caravana.

“Todos querem ter direito à demarcação e se ver livre do agronegócio, da mineração e do desmatamento. Aqui dentro do barco se formou uma só nação brasileira dos povos originários que lutam pelos seus direitos”, contou Ana Melo, que passou os últimos seis dias na embarcação.

São ideias que ressoam não só para mulheres brasileiras. A ativista Salma Barakat, coordenadora da delegação da Palestina, afirmou que não há justiça climática sem a liberdade do povo palestino (demanda ecoada pelos demais manifestantes) e de todos os povos indígenas e tradicionais do mundo.

“É a mesma violência colonial e as mesmas armas coloniais que estão matando todos nós e matando o planeta”, disse ela, também embarcada na barqueata.

Movimento reúne indígenas, quilombolas, pescadores, agricultores, Movimento dos Sem-Terra e diversos outros grupos

Cúpula dos Povos: entenda a reivindicação popular

Ao longo dos próximos dias, a Cúpula dos Povos vai discutir a defesa da soberania alimentar e da transição energética justa, o poder das grandes empresas e a luta contra o racismo ambiental. Os participantes, vindos de várias partes do Brasil e do mundo, também querem tratar do que consideram soluções para a crise climática e socioambiental, práticas trazidas de seus territórios, como a agricultura familiar e os conhecimentos passados ao longo de gerações de pessoas que sempre viveram junto à natureza.

“Nós estamos aqui pela Cúpula dos Povos, não pela COP. Queremos juntar força com os nossos parentes, porque os nossos territórios são a vida”, disse à reportagem Òmó Ayó Òtùnjá, da Comunidade Kilombola Morada da Paz, um território ainda não titulado na Ilha de Colares, no Pará.

Ela defende um “esperançar furioso” para enfrentar a emergência climática. “Isso aqui é o Brasil que muita gente não enxerga. Mesmo com tanta feiura, é a gente que traz o colorido e a belezura”.

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