Câmara tem votação sobre trabalho por aplicativo, fim da escala 6×1 e novo ministro do TCU

A semana em Brasília começa com a decisão do novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Nesta segunda-feira, às 14h, a Câmara dos Deputados começa a votação para preencher a vaga deixada pelo ministro Aroldo Cedraz. Nos nomes indicados, estão a deputada Soraya Santos (PL-RJ), apoiada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, e o deputado Odair Cunha (PT-MG), que conta com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Após impasse entre Motta e o governo federal, a Câmara Federal também deve debater o fim da escala 6×1. Segundo o presidente da Casa, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema será votada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A comissão especial da Câmara que avalia a regulamentação do trabalho por aplicativo vota, nesta terça-feira, 14 de abril, o parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), ao Projeto de Lei Complementar 152/25, do deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

A nova versão do parecer consolida o termo “trabalhador autônomo plataformizado”, ressaltando que a relação do profissional com a plataforma não cria vínculo empregatício. O texto também proíbe metas de tempo mínimo de trabalho e punições para quem recusar serviços ou ficar offline.

No Senado, após decisão do presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) que  a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado não seria prorrogada, o relatório dos trabalhos da CPI deve ser apresentado nesta terça-feira, 14.

No mesmo dia, os membros da CPI aguardam o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, para depor na última reunião da comissão. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que há um volume imenso de documentos a serem analisados e que a não prorrogação da comissão foi um “grande desserviço para a nação”.

Já no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia de antecipar a sua saída da presidência, o ministro do STF Nunes Marques, atual vice, deve ser definido como novo presidente do Tribunal. Nesta terça-feira, 14, ocorrerá a eleição interna. A decisão da ministra permite uma  transição mais amena para os ministros Nunes Marques e André Mendonça, que se tornará o vice-presidente, que irão liderar o processo eleitoral de 2026.

Também para terça-feira, está agendado o interrogatório do ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro pelo STF. Acusado de coação durante o processo penal na prisão de seu pai, ex-presidente, Jair Bolsonaro, o ex-deputado foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A denúncia afirma que Eduardo Bolsonaro atuou junto ao governo dos Estados Unidos para impor sanções ao Brasil e aos ministros do STF como forma de impedir o julgamento de Jair Bolsonaro. O interrogatório acontecerá por videoconferência e a Defensoria Pública da União (DPU) será encarregada da defesa do ex-deputado.

Agenda da semana de 13 a 17 de abril:

DIREITOS HUMANOS

POLÍTICA

EDUCAÇÃO

SAÚDE

Agenda da semana da Pública é um serviço apresentado aos leitores aos domingos e segundas, concebido com base nas informações dos portais da Câmara, Senado e STF.

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