Em Alta News

  • Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

    Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

    674 ações
    Compartilhar 270 Tweet 169
  • Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

    647 ações
    Compartilhar 259 Tweet 162
  • Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

    616 ações
    Compartilhar 246 Tweet 154
  • Dúvida entre intercorrência e erro médico gera onda de ações judiciais

    609 ações
    Compartilhar 244 Tweet 152
  • Mulher descobre que desejo por alvejante em pó era causado por anemia

    600 ações
    Compartilhar 240 Tweet 150
  • Diaba Loira é morta a tiros após confronto entre CV e TCP. Veja vídeo

    594 ações
    Compartilhar 238 Tweet 149
JKreativ WordPress theme
  • Tendendo
  • Comentários
  • Mais recente
Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

14 de julho de 2025
Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

20 de julho de 2025
Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

12 de janeiro de 2024
Dúvida entre intercorrência e erro médico gera onda de ações judiciais

Dúvida entre intercorrência e erro médico gera onda de ações judiciais

4 de outubro de 2025

Arena noivas: maior evento de noivas do Distrito Federal está de volta em sua 2ª edição

0

Sumo sacerdote nigeriano de Ifá participa de visita guiada ao Panteão Afro da Praça dos Orixás, em Brasília

0

Interdições no trânsito do Parque da Cidade neste domingo  

0

Em Ilhéus, ministro Renan Filho lança nesta segunda-feira (3) obras do lote 1F da Fiol

0
Pré-candidatos ao GDF, Cappelli e Grass deixam cargos no governo federal

Pré-candidatos ao GDF, Cappelli e Grass deixam cargos no governo federal

2 de abril de 2026
Nevoeiro toma conta do Distrito Federal na manhã desta quinta (2/4)

Nevoeiro toma conta do Distrito Federal na manhã desta quinta (2/4)

2 de abril de 2026
Bebidas açucaradas podem aumentar o risco de danos cognitivos?

Bebidas açucaradas podem aumentar o risco de danos cognitivos?

2 de abril de 2026
Um mundo sem petróleo: dá pra ser agora ou na volta a gente compra?

Um mundo sem petróleo: dá pra ser agora ou na volta a gente compra?

2 de abril de 2026
  • Tendendo
  • Comentários
  • Mais recente
Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

14 de julho de 2025
Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

20 de julho de 2025
Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

12 de janeiro de 2024

Arena noivas: maior evento de noivas do Distrito Federal está de volta em sua 2ª edição

0

Sumo sacerdote nigeriano de Ifá participa de visita guiada ao Panteão Afro da Praça dos Orixás, em Brasília

0

Interdições no trânsito do Parque da Cidade neste domingo  

0
Pré-candidatos ao GDF, Cappelli e Grass deixam cargos no governo federal

Pré-candidatos ao GDF, Cappelli e Grass deixam cargos no governo federal

2 de abril de 2026
Nevoeiro toma conta do Distrito Federal na manhã desta quinta (2/4)

Nevoeiro toma conta do Distrito Federal na manhã desta quinta (2/4)

2 de abril de 2026
Bebidas açucaradas podem aumentar o risco de danos cognitivos?

Bebidas açucaradas podem aumentar o risco de danos cognitivos?

2 de abril de 2026
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Privacy & Policy
  • Contatos
2 de abril de 2026
  • Conecte-se
  • Registro
Capital Brasília
  • Home
  • Brasil
  • Brasília
  • Política
  • Saúde
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Mundo
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Capital Brasília
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Saúde

Casos de dengue estão em alta no Brasil. O que esperar das vacinas?

por
3 de janeiro de 2024
em Saúde
237 15
0
Casos de dengue estão em alta no Brasil. O que esperar das vacinas?
491
COMPARTILHAMENTO
1.4k
VIEWS
Share on FacebookShare on TwitterWhatsApp

Os meses mais quentes e chuvosos do ano são aqueles em que as cidades brasileiras, de qualquer porte, enfrentam o aumento da infestação do mosquito Aedes Aegypti. A fêmea contaminada é o principal vetor dessa doença infectocontagiosa que já faz parte da nossa rotina. Especialmente no verão, quando ela é capaz de se manifestar tanto de forma simples e branda quanto na sua condição mais grave, algumas vezes até mortal.

Até novembro de 2023, evidenciou-se um aumento de 15,8% nos casos de dengue no Brasil, totalizando 1.601.848 episódios registrados. Em 2022, o mesmo período registrou 1.382.665 casos.

Em relação aos óbitos, houve um aumento de 5,4% em 2023 (1.053) em comparação com 2022 (999). Porém, nota-se uma redução de 13% na taxa de letalidade dos casos, diminuindo de 0,072% em 2022 para 0,065% em 2023.

Leia também
Saúde
Quem será o público-alvo da vacina contra a dengue (Qdenga) no SUS?
Brasil
Ministério da Saúde incorpora vacina contra dengue ao SUS
Saúde
“Vacina da dengue não erradica doença”, alerta presidente do Conasems

Importante registrar que os possíveis efeitos do fenômeno climático El Niño contribuiram para o aumento de casos de dengue nesta temporada. Já o aparecimento dos sorotipos 3 e 4, que começam a circular, não impacta o número atual de casos, mas será problema para o próximo ano.

Como a imunidade aos sorotipos 1 e 2 já é bastante disseminada no país, existe a possibilidade de que venham a ocorrer casos mais graves em pessoas que têm dengue e são reinfectadas por um sorotipo 3 ou 4, se isso ocorrer no período de seis meses a três anos após a primeira contaminação.

Isso acontece porque a imunidade provocada pelos sorotipos prevalentes no país ainda estará ativa se a pessoa for infectada por um novo sorotipo do vírus entre seis meses e três anos após ter a doença, o que eleva o risco de reações mais intensas do organismo. Um aumento que poderá ser ainda mais notado em crianças e idosos com comorbidades.

Apesar dos números, pouca mobilização e foco nas vacinas

Assim como espera a subida dos casos de dengue nos meses de verão, o brasileiro também aguarda sempre por soluções que diminuam a ameaça anual. Uma certa simplificação que não condiz com o risco real em larga escala provocado pela doença, cujos sintomas podem variar de febre e dor de cabeça à hemorragia, colapso circulatório e até a morte.

No meio científico muito se tem falado da esperança depositada nas vacinas recentemente desenvolvidas contra a dengue, dentro e fora do Brasil.

Hoje, temos aqui a Butantan-DV – desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica americana Merck Sharp & Dohme (MSD) – e a Qdenga, produzida pela farmacêutica japonesa Takeda.

A Qdenga já é administrada no Brasil em clínicas privadas, por valores que variam entre R$ 300 e R$ 500. Sua incorporação ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) foi anunciada no dia 21 de dezembro deste ano. A vacinação gratuita com a Qdenga deve começar em fevereiro de 2024. Até lá, o Ministério da Saúde fará a definição do público-alvo que receberá o imunizante primeiro.

A vacina desenvolvida pelo Butantan só deverá estar disponível em meados de 2025. Em testes clínicos de fase 3, o imunizante mostrou uma eficácia de 79,6% para evitar a doença.

Os dados são de um acompanhamento de dois anos com mais de 16 mil indivíduos de todo o Brasil. Porém, como não houve circulação dos sorotipos 3 e 4 no período do estudo clínico, não se conhece a sua eficácia contra ambos.

A principal diferença entre a Qdenga e a vacina do Butantan é que o imunizante japonês precisa ser administrado em duas doses com intervalo de três meses. Aparentemente, nas duas doses, a Qdenga oferece proteção igual à que o Butantan está desenvolvendo.

3 Cards_Galeria_de_Fotos (4)

A dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Com maior incidência no verão, tem como principais sintomas: dores no corpo e febre alta. Considerada um grave problema de saúde pública no Brasil, a doença pode levar o paciente a morte
Joao Paulo Burini/Getty Images

***Foto-mosquito-da-dengue.jpg

O Aedes aegypti apresenta hábitos diurnos, pode ser encontrado em áreas urbanas e necessita de água parada para permitir que as larvas se desenvolvam e se tornem adultas, após a eclosão dos ovos, dentro de 10 dias
Joao Paulo Burini/ Getty Images

***Foto-mosquito-da-dengue-2.jpg

A infecção dos humanos acontece apenas com a picada do mosquito fêmea. O Aedes aegypti transmite o vírus pela saliva ao se alimentar do sangue, necessário para que os ovos sejam produzidos
Joao Paulo Burini/ Getty Images

***Foto-mosquito-da-dengue-3.jpg

No geral, a dengue apresenta quatro sorotipos. Isso significa que uma única pessoa pode ser infectada por cada um desses
micro-organismos e gerar imunidade permanente para cada um deles. Ou seja, é possível ser infectado até quatro vezes
Bloomberg Creative Photos/ Getty Images

***Foto-pessoa-olhando-termometro.jpg

Os primeiros sinais, geralmente, não são específicos. Eles surgem cerca de três dias após a picada do mosquito e podem incluir: febre alta, que geralmente dura de 2 a 7 dias, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, náuseas e vômitos
Guido Mieth/ Getty Images

***Foto-pessoa-deitada-em-maca-hospitalar.jpg

No período de diminuição ou desaparecimento da febre, a maioria dos casos evolui para a recuperação e cura da doença. No entanto, alguns pacientes podem apresentar sintomas mais graves, que incluem hemorragia e podem levar à morte
Peter Bannan/ Getty Images

***Foto-pessoa-em-frente-a-vaso-vomitando.jpg

Nos quadros graves, os sintomas são: vômitos persistentes, dor abdominal intensa e contínua, ou dor quando o abdômen é tocado, perda de sensibilidade e movimentos, urina com sangue, sangramento de mucosas, tontura e queda de pressão, aumento do fígado e dos glóbulos vermelhos ou hemácias no sangue
Piotr Marcinski / EyeEm/ Getty Images

***Foto-pessoa-sentada-em-cama-de-hospital.jpg

Nestes casos, os sintomas resultam em choque, que acontece quando um volume crítico de plasma sanguíneo é perdido. Os sinais desse estado são pele pegajosa, pulso rápido e fraco, agitação e diminuição da pressão
Image Source/ Getty Images

***Foto-pessoa-deitada-no-chao.jpg

Alguns pacientes podem ainda apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade. O choque tem duração curta, e pode levar ao óbito entre 12 e 24 horas, ou à recuperação rápida, após terapia antichoque apropriada
Getty Images

***Foto-pessoa-segurando-remedio-nas-maos.jpg

Apesar da gravidade, a dengue pode ser tratada com analgésicos e antitérmicos, sob orientação médica, tais como paracetamol ou dipirona para aliviar os sintomas
Guido Mieth/ Getty Images

***Foto-pessoa-deitada-em-maca-hospitalar-2.jpg

Para completar o tratamento, é recomendado repouso e ingestão de líquidos. Já no caso de dengue hemorrágica, a terapia deve ser feita no hospital, com o uso de medicamentos e, se necessário, transfusão de plaquetas
Getty Images


0

 As dificuldades da vacina

Algumas ponderações precisam ser feitas sobre as estratégias de uso de uma vacina contra a dengue. Primeiramente, é muito difícil usar um imunizante em mais de uma dose para a população adulta. Vimos essa realidade com a vacinação contra a Covid-19. Além disso, o impacto dessas vacinas nas pessoas de diferentes faixas etárias que já tiveram dengue é uma questão que ainda precisa ser mais bem compreendida e abordada.

Naqueles que já foram infectados por ao menos um dos quatro subtipos do vírus da dengue, a vacina estimula mais a imunidade. Da mesma forma, protege menos quem nunca teve dengue. Esse fato confere ênfase ainda maior ao modo como esse imunizante será administrado à população.

Face à situação tão diversa que enfrentamos no país em termos de imunidade à dengue, se a vacina protege mais quando a pessoa teve dengue, a sua melhor indicação seria em locais com endemicidade muito grande, ou seja, onde as pessoas tiveram mais dengue.

Considerando tudo isso, se o país fosse investir em uma vacina contra a dengue, deveria começar usando uma vacina de dose única na região Nordeste e no Rio de Janeiro, locais onde a tendência é que ocorram novamente muitos casos.

Em 2018, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a inclusão, na bula da primeira vacina lançada contra a dengue no Brasil – a Dengvaxia, produzida pela Sanofi-Pasteur e registrada aqui em 2015 – a contraindicação para pessoas que nunca tiveram a doença.

A decisão foi baseada em dados sobre o uso da vacina colhidos ao longo de cinco anos pelo próprio fabricante. Aplicada em cerca de 30 municípios do Paraná, a Dengvaxia deu problemas para uma população de crianças mais jovens e acabou sendo abandonada.

Na prática, algumas crianças apresentaram um quadro grave da doença após tomarem a vacina e serem posteriormente infectadas pela primeira vez.

A rigor, a conduta mais adequada seria testar a população por amostragem para conhecer a soroprevalência para a dengue. Claro que um estudo por amostragem não é tão esclarecedor como o acompanhamento de uma população inteira vacinada, mas considerando os dados de estudos que mostram que uma segunda infecção num período de 6 meses a 3 anos pode facilitar os casos de dengue grave, a lógica é que as vacinas de dengue deveriam ser utilizadas por pessoas que já tiveram dengue e têm algum tipo de imunidade à doença.

Nesses casos, a proteção é melhor e não tem evolução para gravidade. Além disso, se a vacina usada for em duas doses, ela deveria ser administrada rapidamente para evitar esse efeito.

O que fazem os países ricos que ainda não se livraram da dengue?

Pessoalmente, eu tenho insistido que uma das formas mais eficazes de proteção contra a dengue é prevenir a picada do mosquito. Ao contrário da maior parte das doenças que nós conhecemos, como febre amarela, malária e outras transmitida por vetores rurais, a dengue é uma doença urbana. O Aedes aegypti vem às nossas casas, onde estão 80% dos focos.

Nos últimos anos, os órgãos de saúde pública não estão conseguindo que as pessoas tomem as medidas necessárias nas suas moradias para impedir a formação dos criadouros de mosquito – os pequenos reservatórios de águas paradas onde as larvas se multiplicam e ganham asas.

Também é uma realidade que, apesar do pouco sucesso obtido para mudar hábitos de populações inteiras, as campanhas educativas precisam continuar mostrando o que deve ser feito em casa, que não se deve deixar água parada em reservatórios, que é preciso ver se há uma calha entupida, se a tampa da caixa de água está no lugar certo, se não restou uma garrafa PET no quintal com água.

Entre outros motivos, esses alertas devem ser repetidos sempre simplesmente porque as pessoas esquecem.

Além da colaboração do cidadão, o serviço público precisa cumprir a parte dele na luta contra o mosquito, fazendo a limpeza de baldios, prédios públicos e praças. Mas isso não também é uma medida que vá vencer isoladamente o mosquito da dengue.

Países desenvolvidos da Ásia, como Coreia, Japão e Singapura, que igualmente não conseguem eliminar o Aedes, têm indicado que o caminho é investir cada vez mais na capacitação do corpo de profissionais da saúde pública para tratar os pacientes de dengue.

Aqui no Brasil, especificamente no estado de São Paulo, alguns dos problemas que enfrentamos são a falta de registros atualizados dos casos e a alta rotatividade dos profissionais de saúde, que constantemente partem para atuar em outras regiões, perdendo-se o legado de suas experiências para os médicos e enfermeiros que os substituem.

Cito como exemplo o caso de um paciente que recentemente faleceu depois de comparecer quatro vezes ao serviço de saúde, com claros sintoma, sem que o diagnóstico de dengue fosse adicionado aos seus registros hospitalares e sem que os médicos que o atenderam vissem nos mesmos registros que o doente já tivera a doença, o que aumentava os riscos de agravamento do quadro.

Nossa preocupação é, sempre, manter os profissionais da saúde capacitados e atualizados em relação aos protocolos de diagnóstico e tratamento da dengue.

É fundamental saber, por exemplo, que muitas vezes simplesmente hidratar o paciente pode evitar que a dengue se agrave.

*O artigo foi escrito pelo professor Marcos Boulos, do Departamento de Moléstias Infeciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!

Compartilhar196Tweet123Enviar

  • Tendendo
  • Comentários
  • Mais recente
Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

Brasileiro que doou medula óssea 3 vezes: “Super-herói da vida real”

14 de julho de 2025
Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

Super Viagra: cientistas testam pílula significativamente mais forte

20 de julho de 2025
Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

Bar LGBT inaugura “mamódromo” e promove suruba beneficente. Veja fotos

12 de janeiro de 2024

Arena noivas: maior evento de noivas do Distrito Federal está de volta em sua 2ª edição

0

Sumo sacerdote nigeriano de Ifá participa de visita guiada ao Panteão Afro da Praça dos Orixás, em Brasília

0

Interdições no trânsito do Parque da Cidade neste domingo  

0
Pré-candidatos ao GDF, Cappelli e Grass deixam cargos no governo federal

Pré-candidatos ao GDF, Cappelli e Grass deixam cargos no governo federal

2 de abril de 2026
Nevoeiro toma conta do Distrito Federal na manhã desta quinta (2/4)

Nevoeiro toma conta do Distrito Federal na manhã desta quinta (2/4)

2 de abril de 2026
Bebidas açucaradas podem aumentar o risco de danos cognitivos?

Bebidas açucaradas podem aumentar o risco de danos cognitivos?

2 de abril de 2026
Capital Brasília

Copyright © 2023 Capital Brasília.

Navigate Site

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Privacy & Policy
  • Contatos

Siga nos

Bem vindo de volta!

Entrar na conta

Forgotten Password? Sign Up

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Brasil
  • Brasília
  • Política
  • Esportes
  • Saúde
  • Entretenimento
  • Mundo

Copyright © 2023 Capital Brasília.

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?
Vá para versão mobile