Covid: GDF aguarda orientação de ministério para aplicar bivalente

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informou que aguarda “orientações complementares” do Ministério da Saúde para “publicar nota com informações sobre como funcionará o esquema vacinal da [aplicação da] bivalente” contra a Covid-19, na capital do país.

A informação foi repassada pela pasta ao Metrópoles, na manhã desta quinta-feira (7/12). Até a mais recente atualização desta reportagem, a SES-DF não havia divulgado as instruções mencionadas na nota.

Diante da identificação de duas novas sublinhagens do vírus da Covid-19 no país, o Ministério da Saúde anunciou que antecipará a aplicação de nova dose da vacina bivalente contra a doença.

O público-alvo serão pessoas com 60 anos ou mais e imunocomprometidas acima de 12. Em ambos os casos, é necessário ter recebido a última dose do imunizante há mais de seis meses.

“Seguimos atentos ao cenário epidemiológico da Covid-19. Com a identificação de duas novas sublinhagens no país, a JN.1 e JG.3, decidimos antecipar para grupos prioritários uma nova dose da vacina bivalente. A vacinação é essencial para nossa proteção”, tuitou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Sempre trabalhamos para que estejam disponíveis as vacinas mais atualizadas, seguras e eficazes aprovadas pela Anvisa. Em especial para pessoas em grupos de risco ou com sintomas gripais, recomenda-se maior proteção, como o uso de máscara em locais fechados e evitar aglomerações.

— Nísia Trindade Lima (@nisia_trindade) December 6, 2023

A pasta destacou, ainda, que o antiviral Nirmatrelvir/Ritonavir está disponível na rede pública para tratamento da infecção por Covid-19 em idosos com 65 anos ou mais, e imunossuprimidos com 18 anos ou mais, assim que os sintomas aparecerem e que houver confirmação por meio de teste positivo.

A subvariante JN.1, inicialmente detectada no Ceará, tem ganhado proporção global e corresponde, atualmente, a 3,2% dos registros detectados em todo o mundo, segundo o Ministério da Saúde. A sublinhagem JG.3, também identificada no mesmo estado, tem sido monitorada em Goiás, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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