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‘Eu vi a água. No outro dia, a lama’: Juiz de Fora tem 8 mil desabrigados pelas chuvas

por Redação Capital Brasília
10 de março de 2026
em Brasil, Política
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‘Eu vi a água. No outro dia, a lama’: Juiz de Fora tem 8 mil desabrigados pelas chuvas
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Maria Tereza do Vale Oliveira, de 75 anos, tentou. Ela não queria deixar a sua casa, sua história, afinal, e resultado de muita luta. Mas não sobrou alternativa. Naquela segunda-feira, 23 de fevereiro deste ano, a chuva recorde colocou a senhora na rua.

“Eu vi a água entrando, não tinha como segurar. Vi o botijão de gás boiando. A vizinha tentou ajudar tirando água com o balde. No dia seguinte, veio a lama”, relembra.

Oliveira é hoje, duas semanas depois, uma das 8.854 pessoas que vivem em compasso de espera, enquanto permanecem desabrigadas ou desalojadas por conta das chuvas que atingiram Juiz de Fora na última semana de fevereiro. O dado é da Prefeitura.

Por que isso importa?

  • O recorde de chuvas em Juiz de Fora — o maior em 65 anos — é um alerta não só para a cidade, mas para todo o país, já que o Brasil tem mais de 1,6 mil municípios com risco alto ou muito alto para chuvas, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Ela foi encaminhada para a Escola Municipal Professor Paulo Rogério de Souza, em um primeiro momento, com os poucos pertences que o filho conseguiu salvar. Oliveira convive com a neuralgia do trigêmeo, distúrbio nervoso que se caracteriza por quadros de dor aguda, conhecida por ser “a pior dor do mundo”. Outra dor que cresce, no entanto, é saber que o que levou uma vida inteira para construir corre o risco de não ter recuperação — história que ela passa pela segunda vez.

Maria Tereza mostra os pertences que o filho Ricardo conseguiu retirar antes que a água tomasse a casa
Maria Tereza mostra os pertences que o filho Ricardo conseguiu retirar antes que a água tomasse a casa
Fachada da casa de Maria Tereza após as chuvas
Fachada da casa de Maria Tereza após as chuvas
Parte interna da casa de Maria Tereza com objetos destruídos pela chuva e pelo barro
Parte interna da casa de Maria Tereza com objetos destruídos pela chuva e pelo barro

“Já ouvi: ‘não vai desmanchar esse mausoléu?’, mas esse imóvel tem um valor sentimental muito grande”, relembra. Ela já viveu em uma estrutura ainda mais simples, feita com tábuas, totalmente arruinada pelas chuvas na década de 1980. “Meu telhado foi voou longe, foi tudo embora, tudo pelos ares. Meu telhado foi parar na casa do vizinho. Tem pessoas que parecem que vêm marcadas pela tragédia”

“Quando mudei para a minha casa, meus filhos eram todos pequenos. É muito triste não saber se a gente vai ter condição de voltar para lá”, lamenta.

Do corredor que dá acesso à casa dos fundos à de Oliveira, foram retirados dois caminhões com a terra e o barro que desceram sobre a construção. Por meio dos familiares, ela conseguiu alugar outro imóvel, na mesma rua, em um ponto seguro. Eles narram que tiveram sorte, porque com a tragédia, locatários começaram a aumentar os preços dos aluguéis.

Com os contatos que fizeram, não só encontraram uma locação com valor acessível, como também contaram com a solidariedade do proprietário, que os deixou usar itens como geladeira, guarda-roupas e camas.

O Procon confirmou o recebimento de denúncias sobre os aumentos dos aluguéis e valores imobiliários adjacentes. Declarou que a prática configura crime contra a ordem econômica, além de ser uma grave violação às normas de consumo, e será apurada e punida pelo órgão.

‘Foi quando percebemos que não era uma chuva normal’

Desde o início dos registros realizados pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em 1972, este mês de fevereiro foi o mês mais chuvoso da história de Juiz de Fora, quarta maior cidade em população de Minas Gerais. O acumulado é de 752,4 mm de precipitação dado do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), sendo 230 mm concentrados apenas entre os dias 22 e 24, valor que supera o volume esperado para todo o mês.

Assim como Oliveira, Sara Souza, de 27 anos, é uma das mais de 8 mil pessoas desalojadas. Hoje, ela se desloca todos os dias para verificar o estado da casa em que vivia nos fundos do terreno da Rua Coronel Quintão, no Bairro Monte Castelo, com o marido e o filha de um ano. 

Ela foi acolhida na casa da sogra, após a orientação da Defesa Civil de deixar o lar, no dia 24 de fevereiro. “A água chegou até a metade da garagem, foi quando percebemos que não era uma chuva normal. Sentimos o barranco descendo, ouvimos os estalos, a terra se movimentando, o barulho da vegetação caindo”, relembra.

No dia seguinte, a Defesa Civil passou, informou sobre a evacuação e elas precisaram deixar suas casas. “Tiramos o que podíamos e fomos embora”, conta a jovem. 

A mãe de Sara, Silvana Maria de Souza Pereira, 57 anos, acompanha a filha, monitorando a casa que fica na entrada do terreno, também atingida pela terra que cedeu. Elas aguardam um laudo da Defesa Civil. A função do documento técnico é atestar oficialmente os danos, riscos e impactos causados pelos eventos climáticos. Por meio dele, há o controle sobre a identificação dos desabrigados e desalojados e as condições em que estão. Além disso, é um dos requisitos para que as pessoas acessem apoio financeiro ao Estado e União, como as verbas emergenciais e o FGTS.  

Sara e Silvana identificam novos deslocamentos de terra atrás da casa
Sara e Silvana identificam novos deslocamentos de terra atrás da casa

“Não sabemos se vamos ficar sem moradia, se vamos poder voltar, se vamos para outro lugar. É uma aflição, porque a gente gosta da casinha da gente”, lamenta. Silvana está abrigada na casa de outra filha. “Fomos ao Centro de Referência em Assistência Social (CRAS), pegaram nossos dados e disseram para aguardar o contato. Aí estamos esperando.”

No fim de semana, os imóveis de Sara e Silvana passaram por visita técnica da Defesa Civil. O documento indica interdição temporária da edificação e orienta uma série de providências, como execução de drenagem pluvial e obras de contenção e estabilização de talude. Sara, porém, teme alguma consequência mais grave, já que o imóvel ao lado, atingido pelo mesmo escorregamento de terra, foi totalmente interditado. Ela cogita solicitar uma revisão da vistoria. 

Em nota para a Agência Pública, a Prefeitura, sob a gestão de Margarida Salomão (PT), reconhece a angústia das famílias que aguardam contato da Defesa Civil, a emissão de laudos e definições sobre os próximos encaminhamentos. “Trata-se de uma situação extremamente delicada, que envolve insegurança, sofrimento e a necessidade legítima de respostas mais concretas por parte do poder público, que não tem medido esforços para garanti-las com a maior celeridade e efetividade possível”, diz a nota

O município acrescenta que, diante do grande volume de ocorrências registradas, os atendimentos e vistorias seguem critérios técnicos de prioridade, com foco na preservação de vidas e no atendimento dos casos de maior risco. “A Prefeitura salienta que ampliou sua capacidade de resposta, inclusive com o reforço da Defesa Civil e a incorporação de 60 novos engenheiros para apoiar esse trabalho.”

A administração ressalta que as análises e decisões não podem ser tomadas de forma apressada, sem a devida avaliação técnica, especialmente quando envolvem liberação de imóveis, retorno de famílias e caracterização de cada caso. Ao mesmo tempo, conforme a nota, o município trabalha para dar rapidez aos cadastros e atendimentos sociais, a fim de garantir acolhimento e proteção às famílias atingidas.

Desalojada duas vezes 

No entorno do Centro de Juiz de Fora, na Rua Coronel Marcelino Gonçalves, a jornalista e servidora pública, Mariane Sequeto, 36 anos, arrumava-se para trabalhar na manhã da quinta-feira, dia 26 de fevereiro, quando tomou um susto com um estrondo. Uma casa desmoronou do outro lado da via.

“Foi uma correria. Felizmente, a casa caiu sobre uma oficina, que estava aberta no momento, mas as pessoas conseguiram sair antes e não se feriram”, relembra.

Como o endereço fica próximo à sede da Guarda Municipal, uma equipe chegou cinco minutos após o desabamento. Segundo Mariane, a primeira providência foi verificar se havia vítimas na sequência; depois, recomendaram a evacuação. 

Segundo ela, tudo ocorreu muito rápido. Ela e a mãe tiveram poucos minutos para pegar documentos e objetos e precisaram sair em seguida. Elas foram para a casa do irmão de Mariane no Bairro Francisco Bernardino, na Zona Norte da cidade. Porém, na noite do mesmo dia, elas ficaram desalojadas pela segunda vez. O prédio em que estavam também precisou ser evacuado. Agora, elas estão abrigadas na casa de uma tia de Mariane, enquanto aguardam uma nova avaliação do imóvel. 

“Está sendo um período muito difícil, porque por mais que a gente tenha sido muito bem acolhida pela família, a gente quer sempre voltar para nossa casa, mas com segurança. Temos que agradecer por não ter acontecido nada mais grave”, conta.

Os escombros da casa que desabou na rua em que ela reside foram retirados da via, que está parcialmente liberada para a passagem de veículos. As edificações evacuadas, no entanto, não foram vistoriadas novamente. 

“É horrivel, uma sensação muito ruim. Toda vez que a gente ouve barulho de chuva o coração já aperta. Eu não sei se algum dia as pessoas que passaram por isso, principalmente quem perdeu família, perdeu casa, perdeu tudo que tinha vai conseguir esquecer e ter paz de novo”, desaba Sequeto. 

Escolas abrigam a comunidade 

Desde a última semana de fevereiro, a rotina foi suspensa em 14 escolas municipais em diversos pontos da cidade, para abrigar as pessoas que precisaram sair de suas residências, seja por dano estrutural ou por estarem em locais de risco. A mudança no atendimento precisou ser feita, literalmente, do dia para a noite.

“Depois das chuvas de segunda-feira [23 de fevereiro], chegamos às 7h na escola para organizar tudo. A solidariedade das pessoas é algo surreal. Conseguimos deixar tudo pronto e equipado até a noite”, detalha a diretora da Escola Municipal Professor Paulo Rogério dos Santos, Tatiane do Carmo Fernandes. 

A escola começou acolhendo 22 pessoas e, no momento, atende 52 desabrigados/desalojados. “Usamos o andar de baixo para que eles tenham acesso a refeitório, banheiros, dormitórios. No segundo andar, temos atendimento médico, psicológico, oftalmológico. É uma missão. Tem muito respeito, empatia, carinho. A gente tem que exercitar esse cuidado”, avalia a diretora. 

Hugo Teixeira Macedo, 39 anos, está abrigado na escola junto com a esposa e os filhos. Ele contou que a residência em que morava ficava no segundo andar de uma edificação que possui três pavimentos. No terceiro dia de chuvas fortes e constantes, um barranco desceu e derrubou o muro. A partir disso, os bombeiros recomendaram a evacuação de todas as casas da rua. A esposa chegou a ir para o endereço da mãe, no Bairro Furtado de Menezes, Zona Sudeste. Porém, com a ocorrência de deslizamentos na localidade, ela precisou voltar à escola. 

“É o que todo mundo está esperando aqui, a resposta pra poder ver para onde vamos ser levados. Na internet estão falando que vamos ser levados para o Parque Municipal. Depois falaram que vamos para a ação social da Universal. Eu liguei para a Defesa Civil em busca de informações e fui xingado”, reclama Macedo. 

Juiz de Fora (MG), 25/02/2026 –Voluntários recebem doações na Escola Municipal Murilo Mendes, no Alto do Grajaú, em Juiz de Fora.
Voluntários recebem doações na Escola Municipal Murilo Mendes. A unidade escolar está entre as 12 que permanecem como abrigos

A Prefeitura afirmou em nota que não procede a informação de transferência das famílias afetadas pelas chuvas para o Parque Municipal. 

Macedo também dividiu a preocupação de como as coisas vão ficar com o retorno das aulas previstas para a segunda-feira, 9 de março. Em comunicado publicado pela Prefeitura, há a confirmação da retomada das aulas para cerca de 22,5 mil estudantes da educação infantil e ensino fundamental e mais de 5,8 mil bebês e crianças pequenas voltam a ser atendidos nas escolas e creches. A liberação das escolas que permanecem como abrigo vai ocorrer gradualmente, até a quarta-feira (11). Para que a desmobilização dos estabelecimentos como abrigo possa ocorrer, o Poder Público está transferindo os moradores desabrigados ou desalojados para hotéis e casas alugadas, conforme a disponibilidade. 

A Prefeitura reconhece que algumas unidades precisarão passar por avaliação para garantir a segurança, seja por acesso ou por conta da situação dos edifícios. A Escola Municipal Professor Paulo Rogério dos Santos está entre as 12 unidades educacionais que permanecem como abrigos. Ainda não foi anunciada previsão de desmobilização dos pontos de acolhimento. 

Para Macedo, é necessário que as soluções sejam apresentadas de maneira mais ágil, para que a população possa ter uma definição mais concreta e clara de como vai proceder. “A maioria aqui é pai, mãe, está com criança. Se continua assim, ou volta para a zona de risco, ou fica por isso mesmo, porque ninguém vai querer ir para o Parque. Temos quase 10 mil desalojados. Como que a gente vai deixar as nossas coisas lá, sair para trabalhar, sem saber se vão estar lá quando voltarmos?”, questiona. Durante o fim de semana, Macedo e a família foram encaminhados para um hotel no Bairro Benfica. Ele contou que ainda enfrenta alguns desafios como a falta de água e luz no novo espaço. A Agência Pública questionou o Município sobre a questão e aguarda o retorno. 

Outra queixa é sobre a falta de participação dos políticos locais em ações voltadas para as vítimas das chuvas, o assombro com o aumento do preço dos aluguéis e a demora para a definição dos pagamentos dos auxílios. O Saque Calamidade do FGTS foi liberado pelo Governo Federal neste sábado, 7 de março, para todos os moradores de Juiz de Fora. Trabalhadores que têm saldo no Fundo de Garantia podem retirar os recursos para utilizar nas necessidades emergenciais. 

Ainda no âmbito federal, duas medidas provisórias assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva oferecem apoio financeiro para a recuperação das áreas atingidas. A primeira prevê auxílio de R$ 7,3 mil para famílias afetadas pelas chuvas, conforme critérios que serão definidos pela Caixa Econômica Federal. A segunda destina R$ 500 milhões para apoiar micro e médias empresas impactadas pela tragédia.

João Batista Teodoro de Oliveira, 66 anos, também está abrigado na Escola Paulo Rogério. Ele estava em casa, no Bairro Esplanada, quando ocorreu uma queda de muro do lado de fora da casa. “Tinham me chamado à noite, mas eu estava dormindo. No outro dia, o corpo de bombeiros disse que eu tinha que sair porque não ia ter jeito, nós conversamos lá, mas o barranco desceu e não deu tempo de salvar nada”. Ele, assim como todos os outros atingidos, aguarda um laudo da Defesa Civil para buscar um novo lugar para recomeçar. 

“Todo mundo achou que eu tinha morrido soterrado dentro de casa. Mas Deus me salvou. Dói não saber para onde vou. Fica uma bagunça no coração da gente”, diz. Assim como Macedo, João Batista também deverá ser encaminhado para um hotel ou casa alugada. 

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