Após um ataque a tiros em uma escola em São Paulo deixar uma estudante morta e três outros feridos, nesta segunda-feira (23/10), o governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) postou uma mensagem de apoio às vítimas em uma rede social. Para o emedebista, a segurança das crianças é “inegociável”.
Depois do ataque a tiros na Escola Estadual Sapopemba, na Zona Leste da capital paulista, uma aluna de 17 anos morreu baleada na cabeça morreu e outras duas ficaram feridas. Um quarto estudante se machucou ao cair enquanto tentava fugir.
Um suspeito foi apreendido pela polícia. Ele é aluno do 1º ano do ensino médio e tem 16 anos. Outro jovem envolvido na ação é considerado foragido.
O adolescente apreendido teria usado um revólver calibre 38 do pai no atentado e atirado pelas costas, à queima-roupa, na cabeça da estudante assassinada.
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
Renan Porto/Metrópoles
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
Renan Porto/Metrópoles
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
Renan Porto/Metrópoles
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
Renan Porto/Metrópoles
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
Renan Porto/Metrópoles
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Fachada da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
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Movimentação de policiais e imprensa nos arredores da Escola Estadual Sapopemba, onde ataque a tiros deixou aluna morta
Renan Porto/Metrópoles
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Atirador invadiu escola estadual em Sapopemba, matou aluna e feriu outros dois
Renan Porto/Metrópoles
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Livros, sim; violência, não
Depois do ocorrido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu que crianças não devem se envolver com armas ou atividades violentas, mas com livros.
“O que não queremos é criança com arma, praticando e aprendendo violência. Queremos criança na escola”, declarou Lula em discurso por videoconferência durante evento do governo federal.
Em nota, o governo de São Paulo também lamentou o episódio e se solidarizou com as famílias das vítimas. “Neste momento, a prioridade é o atendimento às vítimas e o apoio psicológico aos alunos, profissionais da educação e familiares”, informou.
