Uma rotina atribulada e preocupações do dia a dia constantemente ameaçam nosso bem-estar e saúde mental. Mas algumas atitudes relativamente simples podem contribuir para o equilíbrio das emoções.
Uma pessoa que pratica atividades físicas regulares, por exemplo, está prevenindo desde o mau humor até o surgimento de doenças mais sérias. Um exemplo é a depressão, que atinge mais de 20 milhões de pessoas só no Brasil, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).
De acordo com o psiquiatra Sérgio Rocha, diretor técnico da Clínica Revitalis, é possível prevenir alguns tipos de transtornos inserindo algumas atividades na rotina, como caminhar, se alimentar bem e dormir.
“É claro que é uma forma de prevenção. Isso significa diminuir as chances de desenvolver quadros psíquicos. No entanto, existem outros fatores que podem desencadear esses transtornos”, afirma ele.
Pensando nisso, o psiquiatra listou cinco dicas que podem contribuir para o bem-estar, proporcionando o equilíbrio da saúde mental e, consequentemente, prevenindo problemas maiores e de mais difícil tratamento no futuro. Confira:
1- Terapia
Fazer psicoterapia é uma “arma” muito importante quando falamos de saúde mental. A grande questão é que a maioria das pessoas só procura ajuda quando já têm um problema, e isso fica claro com o resultado de uma pesquisa recente do Instituto FSB, encomendada pela SulAmérica, que indica que 60% dos brasileiros que fazem terapia começaram durante a pandemia – ou seja, quando se viram diante de uma situação desafiadora para todos.
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Reconhecer as dificuldades e buscar ajuda especializada são as melhores maneiras de lidar com momentos nos quais a carga de estresse está alta
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Mas como saber quando buscar ajuda? A qualidade da saúde mental é determinada pela forma como lidamos com os sentimentos
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Pessoas mentalmente saudáveis são capazes de lidar de forma equilibrada com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida. Porém, alguns sinais podem indicar quando a saúde mental não está boa Getty Images
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Insônia, depressão e estresse elevam risco de arritmia cardíaca pós-menopausa Getty Images
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Estresse: se a irritação é recorrente e nos leva a ter reações aumentadas frente a pequenos acontecimentos, o sinal vermelho deve ser acionado. Caso o estresse seja acompanhado de problemas para dormir, é hora de buscar ajuda
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Além de fatores genéticos, a longevidade pode estar associada à quantidade de vezes que a pessoa ficou doente Getty Images
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Lapsos de memória: se a pessoa começa a perceber que a memória está falhando no dia a dia com coisas muito simples é provável que esteja passando por um episódio de esgotamento mental
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Alteração no apetite: na alimentação, a pessoa que come muito mais do que deve usa a comida como válvula de escape para aliviar a ansiedade. Já outras, perdem completamente o apetite
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Autoestima baixa: outro sinal de alerta é a sensação de incapacidade, impotência e fragilidade. Nesse caso, é comum a pessoa se sentir menos importante e achar que ninguém se importa com ela Getty Images
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Desleixo com a higiene: uma das características da depressão é a perda da vontade de cuidar de si mesmo. A pessoa costuma estar com a higiene corporal comprometida e perde a vaidade
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Sentimento contínuo de tristeza: ao contrário da tristeza, a depressão é um fenômeno interno, que não precisa de um acontecimento. A pessoa fica apática e não sente vontade de fazer nada
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Para receber diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, é muito importante consultar um psiquiatra ou psicólogo. Assim que você perceber que não se sente tão bem como antes, procure um profissional para ajudá-lo a encontrar as causas para o seu desconforto
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