Ela morava em Alto Paraíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Deixa um legado de luta pela proteção e educação ambiental e, entre seus feitos, participou de projetos importantes na Chapada dos Veadeiros (GO).
Laryssa foi uma das idealizadoras do primeiro Mandato Coletivo do Brasil, eleito em 2018, em Alto Paraíso (GO) Reprodução / Redes sociais
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O Instituto Biorregional do Cerrado (IBC) lamentou a morte da ativista. “Laryssa era uma educadora atuante e carismática. Participava de inúmeros projetos educacionais e socioambientais, sempre com o objetivo de promover a regeneração, resiliência e conservação do Cerrado”.
Segundo o IBC, Laryssa foi uma das idealizadoras do primeiro Mandato Coletivo do Brasil, eleito em 2018, em Alto Paraíso. Participava ativamente de Movimentos Feministas e das causas que envolviam crianças e adolescentes. “Lary era uma jovem vibrante, alegre, sorriso no rosto, cheia de energia, projetos e sonhos”, completou.
A comunidade da Chapada dos Veadeiros também prestou homenagem à memória e legado da bióloga. Segundo representantes da população, Laryssa era apaixonada pelo Cerrado. A expertise em biodiversidade marinha da ativista foi uma valiosa contribuição para a conservação da vida silvestre.
“A comunidade perde não apenas uma especialista comprometida, mas também uma defensora incansável dos saberes tradicionais. Sua participação no projeto “RAÍZES: Grande Encontro de Raizeiros, Parteiras, Benzedeiras e Pajés na Chapada dos Veadeiros” testemunha seu compromisso em preservar e honrar as tradições locais”, comentou a comunidade.