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Fim da escala 6×1: comissão mira ‘regra geral’ e trabalhador rural pode ficar para depois

por Redação Capital Brasília
7 de maio de 2026
em Brasil, Política
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Fim da escala 6×1: comissão mira ‘regra geral’ e trabalhador rural pode ficar para depois
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Não é de hoje que a escala semanal de seis dias de trabalho para um de descanso é uma imposição para boa parte dos trabalhadores rurais no Brasil. A partir de dados do governo federal e entrevistas com camponeses, a organização Oxfam Brasil aponta que, em 2025, 45% dos trabalhadores assalariados no campo cumpriam mais de 40 horas semanais de trabalho e que a chamada escala 6×1 ainda é a mais recorrente longe dos centros urbanos.

Mas a realidade do trabalhador rural não esteve presente no início das atividades da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6×1 no Brasil, como acompanhado pela Agência Pública no Congresso Nacional.

Segundo apurado pela reportagem, a comissão deve elaborar apenas uma “regra geral” para reduzir a jornada no país, deixando para depois, por meio de outros projetos de lei, a definição dos termos do fim da escala 6×1 para diferentes setores, incluindo o trabalho rural e agrícola. 

“Nós vamos regular uma ‘regra geral’ e as especificidades [de cada setor trabalhista] nós jogaremos para outros PLs [Projetos de Lei]”, disse à Pública o relator da comissão, deputado Léo Prates (Republicanos-BA).

O deputado federal Léo Prates, homem branco de terno em frente ao microfone da câmara, defende regra geral sobre pauta escala 6x1
Deputado federal do Republicanos da Bahia, Léo Prates defende “regra geral” sobre fim da escala 6×1

Ainda segundo o relator, a elaboração de uma regra geral será discutida com o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), e com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).

“Se eu abordar todas as especificidades das profissões que já apareceram, como o setor de saúde e muitos outros, vou acabar escrevendo uma nova Constituição… e aí a gente enfraquece a Constituição, né?”, complementou Prates.

Ainda segundo a apuração da Pública, a comissão planeja debater os impactos do fim da escala 6×1 no trabalho rural na segunda quinzena do mês, possivelmente no dia 25 de maio. Grupos ligados ao agronegócio, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já pressionam membros da comissão para serem incluídos nas discussões.

Em fevereiro, o presidente da CNA, João Martins, declarou em entrevista ao portal CNN que a redução da jornada não pode ser uma “imposição”. Já a bancada ruralista no Congresso tem atuado para que haja compensações ao setor, alegando que o fim da 6×1 teria um “impacto maior” no campo.

Por outro lado, o estudo “Entre o tempo de trabalho e o tempo de vida”, da Oxfam Brasil, aponta que a sobrecarga do trabalhador no campo é uma realidade apesar do que a legislação trabalhista em vigor no país determina.

Por que isso importa?

  • Segundo o Centro de Pesquisa em Economia Aplicada (Cepea) em 2025 o agronegócio empregou 28,4 milhões de pessoas.
  • Isso significa que em 2025, o setor representou 26,3% do mercado de trabalho formal no país.

A pesquisa aponta que a intensidade do trabalho no campo, a exposição a condições ambientais adversas, os longos tempos de deslocamento da residência até as lavouras e a elevada presença de vínculos informais criam um cenário de “desgaste acentuado, frequentemente invisibilizado nas análises sobre o mercado de trabalho”.

Com base em dados da PNAD Contínua, do IBGE, a pesquisa aponta que, entre os trabalhadores rurais assalariados que trabalham mais de 40 horas semanais, 23% realizavam jornadas superiores a 44 horas – ultrapassando o limite definido em lei.

Além disso, os dados do governo revelam que 26% dos trabalhadores rurais não têm carteira assinada. A pesquisa da Oxfam também destaca o impacto do excesso de trabalho sobre as mulheres trabalhadoras rurais.

“As tarefas de cuidado de crianças, idosos e demais dependentes, assim como o trabalho doméstico, recaem de maneira desproporcional sobre as mulheres, sobretudo sobre as mulheres negras, que frequentemente enfrentam dupla ou tripla jornada”, aponta o estudo.

Carolina Gonçalves, da Oxfam, apresenta os dados da pesquisa na Câmara dos Deputados

O estudo foi apresentado na Câmara na última quarta-feira, 6 de maio, em um encontro pelo fim da escala 6×1 e pelo “enfrentamento à precarização do trabalho e a defesa de direitos básicos”. O ato foi realizado pela Ação Cidadania, pela OXFAM Brasil e pelo Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades.

Além dos dados sobre o trabalho no campo, a Ação Cidadania também levantou a questão dos trabalhadores de aplicativos. Segundo a organização, em 2025, 32% das famílias dos motoristas e entregadores de aplicativos conviviam com algum grau de insegurança alimentar e 41,3% dos entregadores já sofreram acidentes durante o trabalho.

“A relação [entre trabalhadores da cidade e do campo] está na exigência de dignidade e proteção social para todos os trabalhadores. Independentemente da forma de trabalho, a exigência de direitos é a mesma: direito à alimentação, a condições dignas, à saúde etc. Em suma, à vida”, afirmou à Pública Mariana Macário, diretora de Advocacy e Políticas Públicas da Ação da Cidadania.

Ela acrescentou que o esforço da Ação Cidadania na pauta sobre o fim da escala 6×1 “é que tanto trabalhadores de carteira assinada quanto não celetistas sejam tratados com justiça e dignidade. A forma de contratação não pode prescindir da garantia de direitos. Nesse sentido, nossa luta é ampla”, concluiu.

“Haverá pressão de parte do agro, mas nós vamos demonstrar a realidade do trabalhador”

À Pública, o presidente da comissão especial apontou predisposição para ouvir organizações trabalhistas rurais e também grupos empresariais ligados ao agronegócio. Para o deputado Alencar Santana, o fim da escala 6×1 no trabalho rural não deveria preocupar o setor agrícola.

Presidente da Comissão, Alencar Santana que não seria um problema para o setor do agro excluir a escala 6×1

“Não creio que será um problema para o grande setor do agro, que isso vá abalar o agro brasileiro – até porque ele tem crescido e lucrado no governo Lula, contando com subsídios e apoio do governo federal”, disse o deputado.

Questionado sobre o lobby de outros setores rurais, em especial os mais conservadores ligados ao bolsonarismo, que têm criticado eventuais impactos negativos com a redução da jornada de trabalho, Santana reconheceu o problema, mas minimizou riscos de eventuais retrocessos.

“Haverá pressão de parte do agro, sim, mas nós vamos demonstrar a realidade do trabalhador atualmente. O trabalhador brasileiro está doente, exausto física e mentalmente, seja na cidade, seja no campo, e nós temos de melhorar a vida dele”, afirmou o presidente da comissão.

À Pública, o presidente da comissão especial alertou para o avanço de lobistas de diversos setores empresariais, para tentar influenciar os termos do fim da escala 6×1 em benefício próprio.

“O clima está favorável para o fim da [escala] 6×1, mas já existe pressão e lobby para que alguns setores não sejam afetados e, se forem, para que haja grandes compensações. Não podemos entrar nessa cantilena, a mesma que foi usada em 1888, quando as elites resistiram ao fim da escravidão. Não dá para se repetir agora… estamos preocupados, mas seguimos atentos”, disse à reportagem.

Segundo o presidente da comissão, o governo já definiu os pontos “inegociáveis” no debate do fim da 6×1. “Primeiro de tudo, queremos o fim da jornada 6×1, com a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e sem nenhuma redução salarial, com dois dias consecutivos de descanso, para que haja qualidade [de vida] para o trabalhador”, afirmou Santana.

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